domingo, 9 de outubro de 2011

II Circuito de Ciências 2011/DF: Os males do cigarro em pequenos ambientes (ambientes fechados)










Uma das preocupações da escola e da família na educação de jovens é com a possibilidade de que eles se envolvam com problemas decorrentes do uso de drogas especificamente o cigarro. Pesquisas recentes revelam que o consumo do cigarro tem aumentado entre adolescentes, justificando a sua necessidade de obter informações e estar preparados para enfrentar a questão.
Esta questão tem afetado o sono de muitos pais. A escola se insere neste contexto possibilitando ao educando uma fonte confiável de informações sobre o tema. Neste contexto o conhecimento do uso indevido de drogas lícitas e ilícitas e das conseqüências de uma futura dependência são temas cruciais a serem abordados no currículo escolar.


A conscientização sobre o tabagismo deve ser feita nas escolas públicas e particulares de todo o Brasil desde a tenra infância. Um trabalho sério com professores preparados e utilizando didáticas atuais focada no esclarecimento dos males causados pelo cigarro, ajudaria substancialmente no combate ao fumo.
É importante manter este trabalho de conscientização no jovem, porque são eles que manterão o vício por mais tempo, então cabe aos governos de todas as esferas investirem na educação para que os jovens não tenham experiências com o cigarro.
É evidente que os jovens estão usando o cigarro como forma de se auto afirmar colocando em risco seu futuro.
A prevenção é um caminho seguro. Uma educação específica sobre o assunto se faz imprescindível nas escolas; é preciso conscientizar jovens e adolescentes, pais e educadores, enfim, unirmos a comunidade, para discutirmos o assunto com coragem, decisão e espírito reflexivo.
Toda a sociedade se organiza para enfrentar tão grave problema, e a história mostra que das crises é que surgiram as grandes soluções. Acreditamos que quando alguém usa drogas, não imagina a extensão dos vícios e as consequências desastrosas que futuramente poderão lhe advir.
Precisamos cuidar dos nossos jovens. Orientar e direcioná-los num caminho seguro, é nosso dever como educadores e cidadãos conscientes.
Pensando nisto unimos nossos esforços produzindo com os alunos materiais que possam divulgar a mensagem dos malefícios do cigarro, cartazes, jornal informativo, vídeos educativos, explicações dos alunos experimentos demonstrando a contaminação do cigarro no organismo foram desenvolvidos.
Mais do que um simples experimento, nosso trabalho científico visa criar uma metodologia cercadas por todas as mídias disponíveis para alertar alunos e comunidade  sobre o uso do cigarro.


·         Minimizar ao máximo as dificuldades apresentadas pelos alunos no que tange à compreensão sobre o uso do cigarro, seus malefícios e consequências.
·         Desenvolver a capacidade dos alunos pela rejeição de possíveis ofertas, através do aumento de seu conhecimento.
·         Criar oportunidades pedagógicas através do uso dos recurso midiáticos disponíveis e a conscientização oral dos alunos monitores para suprir a defasagem de conhecimentos relativos ao tema Cigarro.


·         Possibilitar aos alunos análises, discussões, reflexões e conscientização dos perigos e males que o cigarro pode trazer a sua vida;
·         Refletir sobre os malefícios das drogas para em ambientes fechados causados pelo fumo passivo.
·         Promover meios didáticos de caráter educativo, para jovens, buscando sensibilizá-los quanto aos malefícios causados pelo uso do cigarro.


Desenvolver a informação e a espontaneidade dos alunos para facilitar a comunicação com os pais e comunidade, não só de modo geral, mas em especial sobre a questão do uso do cigarro e de seus malefícios.


Os alunos atendidos em nossa escola possuem um contexto familiar no qual a realidade é bem diversificada, existindo famílias bem estruturadas e outras que não seguem o modelo tradicional (tendo mães solteiras e pais separados, por exemplo).
Podemos, entretanto, perceber um denominador comum entre estes alunos. Uma severa falta de perspectiva quanto ao seu futuro, gerado não só por suas condições financeiras mas pelas inúmeras reações advindas da adolescência e sua natural reação contra os parâmetros sociais.
Por sua natureza, o ato de contestar por meio de reclamações e críticas parece ser um fator predominante, embora já tenhamos iniciado uma reversão nesta postura, e já começamos a sentir e ouvir os elogios de nosso trabalho por parte da comunidade, especialmente dos pais.
Partindo dessa realidade observamos um crescente aumento nos relatos de uso de drogas lícitas, como o álcool e o cigarro.
Não poderíamos deixar de iniciar uma ação para levar aos alunos a informação sobre as consequências de seus atos.
Acreditando que a prevenção e o conhecimento são as principais metodologias para o combate ao vício iniciamos um projeto que visa a utilização intensiva de experimentos, cartazes, vídeos educativos, explicações orais, jornalzinho da escola e outros recursos tecnológicos para atingir através de pesquisa e a orientação  a prevenção e a conscientização contra o uso abusivo de drogas.


1.    Diante do quadro acima, a fim de cumprirmos os objetivos propostos, traçamos algumas estratégias para o desenvolvimento do projeto, são elas:

·         Aulas expositivas dadas pelo docente ou pelos alunos,
·         Confecção de cartazes, redações e discussão sobre os temas;
·         Construir slogans e banner propaganda (idealizados pelos alunos, mas pagos com recursos da escola) para conscientização sobre os malefícios da droga;
·         Criação da Maria-fumaça (boneca mecânica que fuma: a fumaça passa por um algodão que demostra o caminho da fumaça no organismo e o acúmulo de substâncias no pulmão).
·         Exposição dos trabalhos ao grupo de alunos (realizada durante a semana para a vida)
·         Construção de maquetes sobre o ambiente fechado e a proliferação da fumaça do cigarro.

2.    Foram encontradas dificuldades durante a implantação do projeto/experimento de conscientização que achamos conveniente relacionar:

·         Custo operacional de alguns componentes como a Maria fumaça e a maquete tende a ser restritivo,
·         Após o acúmulo de substâncias no algodão (no caso da Máquina de fumar/Maria fumaça), o mesmo torna-se extremamente tóxico sendo indispensável a utilização somente com um adulto responsável,
·         A resistência de alguns pais sobre o tema apesar de pequena, merece ser mencionada.

3.    Tivemos uma série de expectativas de alcance que nortearam a realização do trabalho:

·         Por meio da construção de cartazes, maquete e experimentos levar o educando a se envolver com o tema pesquisando-o e compreendendo sua importância,
·         Ao realizar uma campanha contra o tabagismo e não só um trabalho individual compreender que o tabagismo é uma doença social que necessita de nossa participação como grupo para conscientizar e prevenir os usuários,
·         Criar no educando a compreensão de que o cigarro faz mal não só ao usuário mas também a todos que convivem com o fumante.



É importante que professores e demais membros do processo escolar usem informações sobre o contato dos alunos com o tema para gerar novos conhecimentos a partir do que lhes foi explicado, partilhem as descobertas com colegas e construam sua capacidade de resistir à tentação das drogas.
Sendo assim, não acreditados que o trabalho esteja pronto, mas que a conscientização das pessoas sobre os malefícios do cigarro deva ser periódica e constante.
Acreditamos ter conseguido alcançar com sucesso a um grande número de pessoas, haja visto depoimentos emocionados durante a feira de ciências do tipo: “é, vou tentar parar”, “preciso dar um fim ao meu vício”, “é um ótimo começo para nos forçar a largar”, dentre outros.



Professores: Andreza Leão, Mauritânia Lino e Sérgio Rocha 
Alunos: Paulo Vitor, João Vitor, Leonardo, Sâmya, Áquila, Jéssica, Lucas, Wellington, Brenda e Carol.

sábado, 1 de outubro de 2011

Portfólio/Proinfo Integrado

O curso Proinfo Integrado

Durante o curso Proinfo Integrado foram realizadas diversas atividades, tanto nas aulas presenciais como nas atividades à distância, as quais acrescentaram conhecimentos de relevante proposta didática e tecnológica até então desconhecidos, como participação em fóruns, postagens no diário de bordo e na biblioteca do curso, a utilização do blog e web Quest enquanto ferramentas de indiscutível dinâmica educacional, além da construção um Projeto com ênfase no uso da Tecnologia no ambiente escolar, que foi apresentado para verificação das propostas trabalhadas.
O curso foi de certa forma metodologicamente pautado no potencial de interação e aprendizagem de uma comunidade virtual, portanto, enquanto cursista fui corresponsável na participação efetiva das discussões na busca de cumprir as atividades e os prazos acordados.
Sendo assim conclui-se que o uso de tecnologias como apoio ao ensino e à aprendizagem vem evoluindo vertiginosamente nos últimos anos, podendo trazer efetivas contribuições à educação, presencial ou a distância. Entretanto, para evitar ou superar o uso ingênuo dessas tecnologias, é fundamental conhecer as novas formas de aprender e de ensinar, bem como de produzir, comunicar e representar conhecimento, possibilitadas por esses recursos, que favoreçam a democracia e a integração social.
O acesso às informações, que são veiculadas em distintas mídias e em diferentes linguagens, possibilita que estejamos imersos na cultura da aldeia global e do mundo interconectado, o que traz influências em nossos sistemas de representação pessoais e coletivos. Entretanto, os significados que atribuímos às informações que nos chegam de todos os lugares, a qualquer momento, dentro de um fluxo incontrolável, se desenvolvem pela apropriação das informações que nos são significativas, de acordo com nossas crenças, atitudes, valores e concepções, que retratam nosso modo de vida e as formas simbólicas compartilhadas.

Um pouco de Ciência.

Segundo o psicólogo Vitor Haase, jogos, sites e material informatizado no geral, ativam no cérebro setores responsáveis por centros do prazer, que geram satisfação momentânea. “Os chamados circuitos da recompensa da criança, ligados à saciação de desejos, são abastecidos em seu contato com atividades de tecnologia virtual. É o mesmo que comer chocolate. ”Além disso, ele afirma que a Internet pode estimular habilidades sensoriais e verbais na criança. “Mas ela não deve se limitar apenas a esse meio”, diz. Segundo Haase, o acesso é recomendado, quando dosado, na medida em que a criança não deixe de praticar outras atividades como leitura, expressão oral, atividades físicas e convívio social.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

ORIGEM DA VIDA

    "A Origem da Vida" é uma das grandes questões científicas da Humanidade e tem sido abordada pelos mais ilustres pensadores há milênios. Anaxágoras, precessor de Sócrates, advogava a favor da "Panspermia". Aristóteles defendia a "Geração Espontânea". Foi ele o formulador da primeira teoria científica de origem da vida, que conhecemos. De acordo com sua teoria, existiriam dois princípios: um passivo, que é a matéria e outro ativo, que é a forma. Dentro de certas condições esses dois princípios se combinariam, originando a "vida". Assim se explicava como carne podre gerava larvas de moscas, por exemplo.
     A teoria da Geração Espontânea tem tido a preferência da ciência há mais de 2.000 anos. Durante a idade média, contou com inúmeros ilustres defensores, tais como Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, René Descartes e Isaac Newton.
     Um dos primeiros opositores de destaque à "teoria oficial" da Geração Espontânea foi o médico e naturalista florentino Francesco Redi (1626-1698). Em resposta a Aristóteles, Redi demonstrou experimentalmente que só aparecem larvas de moscas na carne podre, quando deixamos moscas pousar nessa carne.
      A teoria da Geração Espontânea, tal como formulada por Aristóteles, só foi refutada definitivamente no século XIX, graças ao trabalho de Louis Pasteur (1822-1895), grande cientista francês, preparou um caldo de carne, que é excelente meio de cultura para micróbios, e submeteu-o a uma cuidadosa técnica de esterilização, com aquecimento e resfriamento.
     Hoje, essa técnica é conhecida como "pasteurização".Uma vez esterilizado, o caldo de carne era conservado no interior de um balão "pescoço de cisne". Devido ao longo gargalo do balão de vidro, o ar penetrava no balão, mas as impurezas ficavam retidas na curva do gargalo. Nenhum
microrganismo poderia chegar ao caldo de carne. Assim, a despeito de estar em contato com o ar, o caldo se mantinha estéril, provando a inexistência da geração espontânea. Muitos meses depois, Pasteur exibiu seu material na Academia de Ciências de Paris. O caldo de carne estava perfeitamente estéril. Era o ano de 1864. A geração espontânea estava completamente desacreditada.